Decisão da Corte norte-americana é desta sexta-feira
A decisão representa uma vitória para Trump e permite que a ferramenta já possa ser utilizada no pleito de meio de mandato de 3 de novembro, no qual o Partido Republicano disputa o controle do Congresso.
O sistema online combina bases de dados sobre cidadania, números de Seguro Social e outras informações confidenciais sobre milhões de americanos.
Democratas e alguns grupos de defesa do direito ao voto temem que um grande número de eleitores possa ficar de fora das eleições.
O Supremo americano se pronunciou em caráter de urgência e considerou que o governo federal tem a obrigação de responder às solicitações dos funcionários eleitorais estaduais e locais que buscam verificar a cidadania dos eleitores.
Os três juízes liberais, liderados pela magistrada Ketanji Brown Jackson, se opuseram.
– Em minha opinião, no entanto, o dano causado ao impor barreiras ou privar do direito ao voto até mesmo alguns poucos eleitores legítimos supera o dano inexistente que o governo experimenta quando é impedido de tomar uma medida para a qual provavelmente carece de autoridade – escreveu Jackson, com o apoio das juízas Sonia Sotomayor e Elena Kagan.
A decisão da Suprema Corte influenciará os litígios abertos em tribunais inferiores sobre a reforma eleitoral do governo Trump.





