Petista recebeu um Galaxy S26 Ultra de Rafael Fonteles depois de o ‘Exército do Lula’ superar a meta inicial de seguidores
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou um Samsung Galaxy S26 Ultra do governador do Piauí, Rafael Fonteles, nesta quarta-feira, 21. O modelo custa R$ 10.349,10 na loja oficial da fabricante, na versão com armazenamento de 256 GB. A configuração com 1 TB pode chegar a R$ 13.949,10.
O aparelho tem tela de 6,9 polegadas, câmera de 200 megapixels e recurso de proteção de privacidade na tela. Segundo a Samsung, a bateria de 5 mil mAh permite até 31 horas de reprodução de vídeo. A fabricante apresenta o modelo como um dispositivo voltado à produtividade e ao consumo de mídia.
O presente também se relaciona a uma promessa feita por Lula. O presidente havia dito que teria um celular caso o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), atingisse 5 milhões de integrantes. Até o momento, o canal reúne quase 8 milhões de seguidores.
Lula da Silva promete participar do canal
Lula é conhecido por não manter o hábito de usar um celular próprio. Para se comunicar, costumava recorrer aos aparelhos de assessores.
Ao receber o presente, o presidente gravou um vídeo em que anunciou sua entrada no canal. Na gravação, dirigiu-se a Janones, que também participou do registro.
“General, amanhã estaremos juntos na guerra”, declarou Lula ao deputado. Em seguida, acrescentou: “Agora, com um celular na mão, segura o nosso Exército”.
O canal se tornou uma ferramenta de mobilização digital para apoiadores do petista. A meta de Janones agora é ampliar ainda mais o número de participantes.
Janones estabelece nova meta
O deputado afirmou que pretende alcançar 10 milhões de seguidores até o início de uma transmissão ao vivo de 24 horas. A live está prevista para começar depois do debate presidencial da TV Globo, marcado para esta sexta-feira, 23.
A iniciativa busca ampliar o alcance do canal em um momento decisivo da campanha eleitoral. A entrada anunciada por Lula também associa diretamente o presidente à mobilização promovida por Janones no WhatsApp.





