Flávio Bolsonaro vence em 2º turno contra Lula, diz pesquisa

Segundo levantamento da Futura/Apex, senador tem vantagem de 6,2 pontos percentuais em relação ao atual presidente

Segundo pesquisa Futura/Apex, divulgada nesta 5ª feira, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) venceria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um possível 2º turno. Enquanto Flávio tem 48,1% das intenções de voto, o chefe do Executivo tem 41,9% –uma diferença de 6,2 pontos percentuais. Eis a íntegra (PDF – 6 MB). 

No 2º turno, o presidente perderia em cenários contra Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Jr. (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União Brasil-GO). O petista só venceria Romeu Zema (Novo-MG) e Eduardo Leite (PSD-RS).

1º TURNO

Em relação aos cenários testados de 1º turno, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sai na frente de Lula em 3 situações, todas sem o governador de São Paulo, Tarcísio. O político disse que não concorrerá ao Planalto em 2026 e já declarou apoio a Flávio. 

Infográfico mostra intenções de voto para presidente em um possível primeiro turno; Lula lidera a disputa

Lula fica em 1º lugar quando há mais candidatos alinhados a Bolsonaro, já que os votos são mais distribuídos entre eles. Apesar disso, todos os casos são considerados empates técnicos graças à margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

A maior diferença contra Flávio (de 3,7 pontos percentuais) é em uma possível votação com Tarcísio, Caiado, Zema (Novo-MG), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã). 

No único cenário em que não há empate técnico, Flávio aparece em 1º lugar (43,8% a 38,7%, com uma diferença de 5,1 pontos percentuais). Nesse caso, o 1º turno considera, além de Flávio e Lula, Renan Santos e Leite. 

2º TURNO

A pesquisa mostra que, em um 2º turno, Lula só ganha de Zema e Leite. 

Infográfico mostra intenções de voto para presidente em um possível segundo turno; Flávio Bolsonaro lidera a disputa.

A pesquisa ouviu 2.000 brasileiros do dia 15 ao dia 19 de janeiro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais e para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-08233/2026. O estudo custou R$ 160 mil e foi pago com recursos próprios.

Crédito Poder360

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