Indicada por Lula, Janja viaja a Nova York para conferência da ONU

Decreto presidencial autorizou missão oficial com despesas custeadas pelo governo federal

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, embarcou neste domingo, 8, para Nova York, nos Estados Unidos. Em Manhattan, ela participa da 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU), conhecida como CSW.

O governo federal oficializou a viagem por meio de decreto publicado no Diário Oficial da União. O documento traz as assinaturas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do chanceler Mauro Vieira. A programação da missão de Janja na ONU vai de 7 a 14 de março, com despesas pagas com dinheiro público. No entanto, segundo o gabinete da primeira-dama, a agenda em Nova York ocorrerá de 8 a 13 de março.

O encontro reúne políticos, diplomatas, organizações e entidades da sociedade civil. No Instagram, Janja afirmou que a CSW é “um dos espaços mais importantes do mundo para discutir nossas vivências e desafios enquanto mulheres”.

A viagem ocorre poucos dias depois de a petista ser nomeada “Campeã da Igualdade Social” pela agência Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. A cerimônia ocorreu no Palácio do Itamaraty, em Brasília, no dia 4 de março.

Com a viagem a Nova York, Janja acumula 170 dias fora do país desde 2023. O período supera em 23 dias o tempo que Lula passou no exterior no mesmo intervalo.  

Delegação do governo acompanha Janja

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, também participa da missão. Integram a delegação a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Publicações no Diário Oficial da União revelam que 40 servidoras de 17 órgãos federais foram designadas para a viagem. Entre os órgãos representados estão os ministérios das Mulheres, da Saúde, da Fazenda e do Trabalho e Emprego.

Também participam representantes da Advocacia-Geral da União, da Universidade de Brasília e da Universidade Aberta do SUS.

A viagem ocorre em meio ao Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado em fevereiro deste ano. A iniciativa criou um comitê com 12 representantes para coordenar políticas públicas voltadas ao tema.

Segundo Lula, a proposta surgiu de Janja, que teria se emocionado com casos de assassinato de mulheres registrados em 2025.

Crédito Revista Oeste

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