Deputado mineiro reagiu às novas ações do PT e do Psol, que o acusam de “golpe” e “ataque à soberania” por postagens de humor na internet
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comentou as representações protocoladas contra ele na Polícia Federal (PF) e na Procuradoria-Geral da República (PGR). A reação ocorreu por meio de uma publicação na rede social X, na qual o parlamentar ironizou as acusações.
“Maduro não deve ser preso por ser um ditador, mas eu devo ser preso por um meme”, escreveu Nikolas. Ele postou a mensagem no mesmo dia em que avançaram os pedidos de apuração apresentados por parlamentares da esquerda. “Vão se lascar vão”, finalizou.
As ações têm como base montagens e comentários publicados pelo deputado nas redes sociais. Os autores das representações alegam que o conteúdo associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ditador venezuelano Nicolás Maduro e sugeriria uma captura do petista por autoridades estrangeiras.
Nikolas não comentou os argumentos jurídicos citados nos pedidos nem mencionou os autores das ações. A manifestação se limitou à crítica ao fato de responder a investigações por publicações de cunho humorístico.
Representações contra Nikolas seguem em análise
O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), anunciou pedido de apuração junto à Polícia Federal. Integrantes do Psol também acionaram a Procuradoria-Geral da República. Além de Nikolas, as ações incluem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Ô Deus 🙏🏻 pic.twitter.com/bltJ5RIIIt— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 3, 2026
Cabe à PGR decidir se há elementos suficientes para a abertura de procedimento formal. Até o momento, não há decisão anunciada.





