Bondi chefiava o cargo desde o início do 2º mandato de Trump; mesmo com a demissão, ele disse que seu trabalho foi “excepcional”
O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), demitiu, nesta 5ª feira (2.abr.2026), a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi. Segundo Trump, o procurador-geral adjunto, Todd Blanche, assumirá como Procurador-Geral interino. Ela esteve à frente do cargo desde o início do 2º mandato do republicano.
“Pam Bondi é uma grande patriota norte-americana e uma amiga leal, que serviu fielmente como minha procuradora-geral durante o último ano. Pam fez um trabalho excepcional supervisionando uma repressão massiva ao crime em todo o país, com os homicídios caindo para o nível mais baixo desde 1900. Amamos Pam, e ela fará a transição para um novo emprego muito necessário e importante no setor privado, cuja data será anunciada em breve, e nosso procurador-geral adjunto, um jurista muito talentoso e respeitado, Todd Blanche, assumirá como procurador-geral interino. Agradeço a atenção dispensada a este assunto!”, escreveu Trump.

Bondi não se pronunciou. Apesar da demissão, Trump declarou que a agora ex-procuradora é uma “grande patriota” que “serviu fielmente” ao seu governo com um “trabalho excepcional”. Segundo Blanche, os EUA continuarão “apoiando a polícia, aplicando a lei e fazendo tudo ao nosso alcance para manter a América segura”.

Esta é a 2ª demissão de uma autoridade do alto escalão do governo norte-americano. A 1ª foi Kristi Noem, demitida em 5 de março por críticas à sua atuação no departamento que enfrentava questionamentos depois de episódios envolvendo operações de imigração e mortes registradas durante protestos em Minneapolis, no Estado de Minnesota. A ex-secretária de Segurança Interna foi substituída pelo senador de Oklahoma Markwayne Mullin (Partido Republicano).





