Flávio promete criar mais de 500 mil vagas em presídios: “El Salvador é pouco”

Flávio promete criar mais de 500 mil vagas em presídios: “El Salvador é pouco”

Candidato defende castração química para agressores e pena mínima de 8 anos para ladrões de celular

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira, 13, que pretende criar mais de 500 mil vagas no sistema prisional brasileiro. Durante agenda no Clube Atlético Monte Líbano, na zona sul de São Paulo, ele comparou suas propostas às políticas do presidente de El Salvador, Nayib Bukele.

“Eu estou achando que El Salvador é pouco”, declarou. Flávio disse que conversa sobre o tema com o senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP).

“Vou fazer mais de meio milhão de vagas em presídios para prender desde estuprador e abusador de mulher e criança”, continuou Flávio. “Vai sofrer castração química e vai ficar preso muito mais tempo. Ladrão de celular, a gente vai mudar a lei do Congresso, vai ser no mínimo oito anos de cadeia. Vai ficar preso e vai ser obrigado a trabalhar para dar valor a como é difícil comprar um celular.”

Durante a campanha, Flávio se reuniu com o ministro da Justiça de El Salvador, Gustavo Villatoro. O candidato prometeu implementar as políticas de Bukele no Brasil caso vença a eleição.

Reuniões de Flávio em São Paulo

Na noite de terça-feira, Flávio participou da abertura do Grande Encontro do Associativismo. O evento reuniu representantes do comércio, da indústria e do agronegócio. Também participaram o governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e a ex-presidente da Caixa Daniella Marques.

Entre os presentes estavam parlamentares eleitos em 4 de outubro, como o deputado federal eleito Lucas Pavanato e a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano, ambos do PL.

No início da tarde, Flávio recebeu o apoio da ala majoritária do MDB, no escritório de campanha usado por Tarcísio. Mais tarde, reuniu-se com motoboys em São Paulo, fora da agenda oficial. Tarcísio e Nunes articularam o encontro.

Crédito Revista Oeste

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