O Walmart anunciou mudanças significativas em suas políticas, marcando uma vitória para o movimento contra a ideologia “woke” nas corporações dos EUA. Robby Starbuck, ativista conservador, revelou em sua página no X (antigo Twitter) os compromissos assumidos pela empresa após conversas produtivas com seus executivos.
Principais mudanças anunciadas pelo Walmart:
- Pesquisas: O Walmart deixará de participar do Corporate Equality Index da Human Rights Campaign (HRC), conhecido por promover políticas progressistas.
- Produtos: A empresa monitorará o marketplace para identificar e remover produtos inapropriados de cunho sexual ou relacionados a questões transgênero voltados para crianças.
- Financiamento: O Walmart revisará o apoio a eventos como o Pride para evitar o financiamento de conteúdos sexualizados direcionados a crianças.
- Equidade racial: O Racial Equity Center, criado em 2020 como uma iniciativa de cinco anos, não será renovado.
- Diversidade de fornecedores: Programas de diversidade entre fornecedores serão avaliados para garantir que não ofereçam tratamento preferencial com base em critérios demográficos. A elegibilidade de financiamento não exigirá mais o fornecimento de dados demográficos específicos.
- Uso de termos: O termo “LatinX” não será mais usado em comunicações oficiais.
- Treinamentos: O Walmart descontinuará treinamentos de equidade racial promovidos pelo Racial Equity Institute.
- DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão): A empresa deixará de usar o termo, focando em criar um ambiente respeitoso para todos, com ênfase em um sentimento de pertencimento para todos os associados e clientes.
Com mais de 1,6 milhão de funcionários nos EUA e um valor de mercado próximo a 800 bilhões de dólares, o Walmart é o maior empregador do país. Essas mudanças podem impactar não apenas seus funcionários, mas também fornecedores e concorrentes, como Target e Amazon.
Um movimento crescente
Starbuck afirmou que essas ações representam um marco no esforço para restaurar a neutralidade corporativa e acabar com a influência “woke” em grandes empresas. Ele também destacou que campanhas anteriores já provocaram mudanças em gigantes como Ford, Harley Davidson, John Deere, Boeing e Toyota, totalizando empresas avaliadas em mais de 2 trilhões de dólares.
Apoio à causa
Robby Starbuck incentiva os seguidores a continuar apoiando o movimento por meio de assinaturas ou doações. Ele também convida aqueles que desejam denunciar práticas “woke” em suas empresas a enviar informações pelo seu site.
O movimento anti-“woke” continua a ganhar força, demonstrando que o público busca uma volta à normalidade e neutralidade no ambiente corporativo. Starbuck finaliza afirmando: “Estamos vencendo, e um por um traremos sanidade de volta à América corporativa.”