Pai de líder do PSD e suplente faz doação de R$ 533 mil a Jaques

O senador também recebeu uma doação de R$ 50 mil oriunda do diretório baiano do PT

As doações financeiras entre aliados políticos estão em evidência na Bahia, depois da revelação de que o senador Jaques Wagner (PT-BA) recebeu R$ 533 mil de seu suplente, Edvaldo Brito, pai do deputado federal Antonio Brito (PSD-BA). Além disso, Wagner recebeu R$ 50 mil do diretório baiano do PT. Em sua declaração à Justiça Eleitoral, Wagner reportou um patrimônio de R$ 24.522.355,65, um aumento de 630% em relação a 2018.

Doações financeiras entre aliados políticos voltam ao centro dos debates eleitorais no Estado da Bahia, depois de revelado que o senador Jaques Wagner (PT-BA) recebeu R$ 533 mil de seu suplente, o ex-vereador Edvaldo Brito. Brito é pai do deputado federal Antonio Brito (PSD-BA), líder do PSD na Câmara dos Deputados.

Informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelam que, até o momento, Wagner recebeu o valor de R$ 533 mil de Edvaldo Brito, além de outros R$ 50 mil oriundos do diretório baiano do PT. Na declaração entregue à Justiça Eleitoral neste ano, Wagner informou patrimônio no valor de R$ 24.522.355,65, um crescimento de cerca de 630% em comparação ao montante de R$ 3.355.966,73 declarado em 2018, conforme dados do TSE.

Disputa pela suplência e perfil dos envolvidos

O suplente, Edvaldo Brito, também declarou possuir mais de R$ 12 milhões em bens. A escolha para a suplência de Wagner foi marcada por uma disputa interna. Entre os nomes cotados estavam Lídice da Mata (PSB-BA), Quinho Tigre (PSD), Aladilce Souza (PCdoB) e Edvaldo Brito, que acabou assegurando a vaga.

Crédito Revista Oeste

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