Sigla pretende desembolsar R$ 133,4 milhões na corrida presidencial
O Partido dos Trabalhadores (PT) planeja usar o valor máximo permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição. Segundo informações do Poder360, caso o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) atenda ao pedido dos partidos e não corrija o teto pela inflação, a sigla desembolsará R$ 133,4 milhões na soma dos dois turnos para reeleger Lula.
Serão R$ 88,94 milhões reservados para o 1° turno e mais R$ 44,44 milhões em caso de 2° turno. O total é similar à despesa que o partido teve nas eleições de 2022. À época, a sigla dispôs R$ 130 milhões para a campanha ao Palácio do Planalto.
Em reunião com o ministro Kassio Nunes, presidente do TSE, na última quarta-feira (17), os presidentes dos partidos políticos pediram que o teto permitido pela Corte em 2022 se mantenha, sob o argumento de que o Fundo Especial de Financiamento de Campanha não recebeu reajuste desde então.
Caso o pedido não seja atendido, o valor a ser gasto pelo PT com a campanha de Lula deverá reduzir para R$ 105 milhões.
Juntos, os 30 partidos receberão R$ 4,9 bilhões de Fundo Eleitoral este ano. Os maiores montantes serão destinados ao Partido Liberal (PL) e ao PT. Serão R$ 881,7 milhões no caso da sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e R$ 615 milhões para o de Lula.





