Governo amplia Minha Casa, Minha Vida com aporte de R$ 20 bi

Programa habitacional recebe reforço bilionário e passa a concentrar crédito em faixa intermediária

O governo Lula anunciou um aporte de R$ 20 bilhões no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A medida eleva o orçamento total para R$ 200 bilhões e prioriza a ampliação do crédito para famílias com renda de até R$ 9,6 mil mensais. 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou as mudanças durante um evento com empresários do setor da construção. O governo pretende direcionar os novos recursos principalmente à Faixa 3 do programa. 

A ampliação orçamentária busca sustentar a meta de financiar 3 milhões de moradias até dezembro. A gestão petista revela que o reforço financeiro deve acelerar a contratação de novos financiamentos ainda neste ano.

Como resultado, os recursos virão do Fundo Social. A estratégia inclui o aumento da capacidade de crédito e a expansão do acesso às linhas habitacionais já existentes.

O governo também alterou as regras do Programa Reforma Casa Brasil. As mudanças ampliam o acesso ao crédito para reformas residenciais e aumentam o valor disponível para financiamento.

O teto de renda subiu de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil. A taxa de juros caiu de 1,95% ao mês para 0,99%. O valor máximo do crédito aumentou de R$ 30 mil para R$ 50 mil. O prazo de pagamento passou de 60 para 72 meses.

FGTS reajusta faixas de renda do programa

O Conselho Curador do FGTS aprovou mudanças nos limites de renda do programa em março. A decisão elevou os tetos em todas as faixas e ampliou o número de famílias elegíveis.

Na Faixa 1, o limite passou de R$ 2.850 para R$ 3,2 mil. Na Faixa 2, subiu de R$ 4,7 mil para R$ 5 mil. Já na Faixa 3, aumentou de R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil. E na Faixa 4, o teto foi de R$ 12 mil para R$ 13 mil. 

Minha Casa, Minha Vida eleva valores de imóveis

Os valores máximos dos imóveis financiados também sofreram reajuste. Nas Faixas 1 e 2, os limites variam entre R$ 210 mil e R$ 275 mil, conforme a localidade. Na Faixa 3, o teto subiu de R$ 350 mil para R$ 400 mil. Já na Faixa 4, passou de R$ 500 mil para R$ 600 mil.

A Caixa Econômica Federal anunciou ainda a retomada do crédito para imóveis acima de R$ 2,25 milhões. O financiamento utiliza recursos da poupança dentro do Sistema Financeiro Imobiliário.

Crédito Revista Oeste

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